sábado, 18 de fevereiro de 2017

Desafio musical de um mês – 10. Um álbum que correspondeu a todas as suas expectativas

Eu tendo a ser meio conservadora quando eu ouço música. Fico no meu cantinho trevoso ouvindo as coisas que eu já conheço, quando muito eu me arrisco a ouvir algo que se pareça com o que eu tenho na minha pasta de música.

Daí um dia um amigo resolveu que ia me mostrar viking metal.

10. Bathory - Nordland I

Qorthon, seu lindo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Notas sobre introversão

Parece que tá faltando alguma coisa.

Uma das características de uma pessoa introvertida é que, de vez em quando, ela precisa de silêncio e isolamento. Não, não estamos falando de pessoas malucas que precisam de uma cela acolchoada. Estamos falando de pessoas que às vezes precisam recarregar as energias porque é assim que elas funcionam.

Caiu um avião com uma pessoa importante pro andamento da República dentro. Parece que morreu. É, morreu. Eita que ele tava de férias, vish. Conspiracionistas gonna conspiracionar.

À medida que o tempo passa e esse silêncio/isolamento acaba não acontecendo, o introvertido começa a se sentir meio esquisito, meio desconjuntado. Uma das primeiras coisas que acontece é uma ligeira desordenação dos pensamentos – introvertidos pensam bastante, o tempo todo.

Socaram um nazista não sei onde. Não entendi o fuzuê em cima disso, pessoas socam e são socadas o tempo todo. O fato dele ser nazista talvez faça o fato se tornar um pouco mais palatável, vai saber. Ou não – continuo sem saber de nada.

O cansaço mental é uma coisa que existe de verdade. De tanta falta de silêncio e de um tempo sozinho, um introvertido pode começar a manifestar esse tipo peculiar de cansaço que inclui, mas não se limita, a: falta de concentração, dificuldade de articular pensamentos curtos, pequenas ausências que não chegam a ser apagões mas que, decididamente, fazem parecer que o dono da mente cansada foi dar uma volta no cinturão de Kuiper e voltou, e atropelamentos de linhas de raciocínio.

Bilbo Bolseiro resolveu partir de casa e – quando foi que o Dobby derrubou o pudim – mas esse The em The Last Jedi não precisa - o antiquário disse “entre ou saia, mas feche a por – eu não conhecia essa música do Pink Fl – decidiu que isso seria no seu aniversário de 111 anos – ah, é, foi no segundo livro, no começo – ser um singular, pode ser um plural – feche a porta”. pronto, quinto parágrafo lido – Floyd, e tem o Stephen Hawking ~cantando~, que legal!

Quando isso acontece, a única solução é dar ao introvertido – que já deve, a essa altura, estar precisando da cela acolchoada citada ali em cima – uma dose do único remédio que cura essa condição: silêncio e isolamento.

Ainda tá faltando alguma coisa.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Resumando

Um filme, dois filmes, três filmes. Três pra escrever, meio começado. Where is my time??? Tá num freela desde o ano passado. Yay!

Mas teve coisa nesse tempo de poeira, viu. Teve um monte de gente famosa morrendo (pra variar), teve um monte de coisa esquisita acontecendo. Teve canseira e teve eu acordando cedo (ouvi um amém?). Teve vinho moscatel no ano novo só pra mim.

Teve até poema rabiscado, veja só que coisa.

Teve livro lido (dois, uia). Teve um pouquinho de música. Hoje teve um monte de música. Voltei pros anos setenta, mas acho que ainda vou ficar um pouco parada em 1995.

Teve niver de nove anos (caraaaaaaaaaaamba!) do Litt – isso se eu não errei nas contas. Foi no final de 2007 – aquele ano maluco até dizer chega – que eu abri o blog, né? Então foi. \o/

Teve eu querendo escrever e não conseguindo ficar inspirada, agora tem eu querendo escrever um monte e não conseguindo tempo. Drops ainda funcionam, será?

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Bem-vindo, 2017. =P

sábado, 5 de novembro de 2016

Eu já falei de filmes com vocês?

Eu falo de música, eu falo de livro, eu falo de coisas malucas que eu faço, mas eu já falei de filmes?

Acho que uma vez eu comentei rapidinho sobre Minha amada imortal, mas como gancho pra falar das cartas do Beethoven. Também lembro de ter falado breeeevemente sobre O império do Sol mas como ponte pra discorrer sobre o autor e sobre Joy Division. Mas não passou disso…

Então resolvi falar de filmes. Notem que eu não sou uma especialista em filmes, eu não chego nem a ser uma cinéfila. Nunca vou chegar no nível do Rob Gordon, por exemplo – ele manja MUITO de cinema. Mas às vezes me dá vontade, então o Litt vai ter essa “coluna” também.

(Daí vocês perguntam “mas Elise, e os posts de música que você tá devendo?”. Sim, tô devendo. Tem um planejamento pra eles no meu bullet journal – eu quero falar disso também hahahaha socorro – e eu só preciso de tempo pra escrever. E ultimamente muito tempo tem sido pouco dinheiro, literalmente. Vida de freela não é mole, não…)

O próximo post dessa série vai falar de um filme. Eu ia escrever aqui nesse post direto – porque já tô escrevendo sobre ele – mas já vi que vai ficar ENORME. E também porque o fato de o filme pertencer a uma franquia que completou 50 anos esse ano faz com que ele mereça um post inteiro pra ele…

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Outro teste…

Vamos ver se agora vai.

funcionou?

[edit: É, funcionou. No navegador do computador. No celular não funciona. Meh.]