sábado, 5 de novembro de 2016

Eu já falei de filmes com vocês?

Eu falo de música, eu falo de livro, eu falo de coisas malucas que eu faço, mas eu já falei de filmes?

Acho que uma vez eu comentei rapidinho sobre Minha amada imortal, mas como gancho pra falar das cartas do Beethoven. Também lembro de ter falado breeeevemente sobre O império do Sol mas como ponte pra discorrer sobre o autor e sobre Joy Division. Mas não passou disso…

Então resolvi falar de filmes. Notem que eu não sou uma especialista em filmes, eu não chego nem a ser uma cinéfila. Nunca vou chegar no nível do Rob Gordon, por exemplo – ele manja MUITO de cinema. Mas às vezes me dá vontade, então o Litt vai ter essa “coluna” também.

(Daí vocês perguntam “mas Elise, e os posts de música que você tá devendo?”. Sim, tô devendo. Tem um planejamento pra eles no meu bullet journal – eu quero falar disso também hahahaha socorro – e eu só preciso de tempo pra escrever. E ultimamente muito tempo tem sido pouco dinheiro, literalmente. Vida de freela não é mole, não…)

O próximo post vai falar de um filme. Eu ia escrever aqui nesse post direto – porque já tô escrevendo sobre ele – mas já vi que vai ficar ENORME. E também porque o fato de o filme pertencer a uma franquia que completou 50 anos esse ano faz com que ele mereça um post inteiro pra ele…

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Outro teste…

Vamos ver se agora vai.

funcionou?

[edit: É, funcionou. No navegador do computador. No celular não funciona. Meh.]

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Unbeing

Eu nunca assisti Friends. Não assisto The Walking Dead ou Game of Thrones ou Stranger Things. Não assisti Lost também.

Não assisti O Poderoso Chefão, nenhum deles. Não assisti Casablanca, nem Ben Hur. Também nunca assisti Curtindo a Vida Adoidado. Lembro de ter visto Clube dos Cinco mas não lembro de nada. Mesma coisa com O Voo do Navegador.

Não li Harry Potter (exceção foi The Cursed Child, e meh). Nem As Crônicas de Fogo e Gelo. Não li O Senhor dos Anéis. Nem As Crônicas de Narnia. E nada do Gaiman, nadinha.

Não tenho videogame. Tenho UM jogo pra computador (Command & Conquer). Nunca tive Lego. Não lembro de praticamente nenhum desenho que eu assistia quando era criança.

Isso tudo aí em cima é muito pouco pra começar, mas se juntarmos tudo isso e levarmos em consideração as redes sociais e suas ramificações no mundo real, eu chego à conclusão de que eu não ocupo quase nenhum lugar no mundo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Traduzindo músicas: Queen - I'm going slightly mad

Eu não lembro desde quando eu conheço o Queen. Minha mãe sempre gostou, e reza a lenda que eu “assisti” o show da banda no Rock in Rio de 1985 de dentro da barriga dela (ela assistiu pela TV e estava grávida de mim, so…). Então, como ouvir Queen sempre foi uma constante em casa, eu sabia de cor o nome dos integrantes da banda – Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor – desde pequena, nem que fosse por causa da letra de The Invisible Man, que cita o nome de cada um antes de uma amostra do que eles fazem – vocal/piano, guitarra, baixo e bateria, respectivamente.

Eu sabia que o Freddie havia morrido em 1991 em decorrência da AIDS e sabia que ele era o cara divertido que se vestiu de rosa com um bigodão respeitável no clipe de I want to break free. Depois, na adolescência, é que eu descobri que eles são britânicos, que a banda se formou na década de 1970 e que o Freddie na verdade se chamava Farrok e nasceu numa ilha africana, que era colônia britânica na época. E que A kind of magic, além de um álbum, é a trilha sonora de Highlander, um dos meus filmes favoritos. E que…

Eu poderia ficar aqui falando tudo o que eu sei sobre Queen, mas não hoje, 05/09. Se estivesse vivo, Freddie faria 70 anos. Daí eu coloquei umas músicas pra ouvir e deu um estalinho. Eu nunca tinha publicado uma tradução do Queen! Então lá vai pra vocês essa música, que é do álbum Innuendo, de 1991, e tem um clipe sensacional e slightly mad =P

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Desafio musical de 30 álbuns – 9. Um álbum farofa

Eu demorei pra achar um álbum que se encaixasse nesse tema, e também por isso eu empaquei consideravelmente nessa lista. Mas vamos lá, consegui desempacar quando “descobri” uma coisa.

Primeiramente, o que é “farofa” no mundo da música?

É uma daquelas coisas que você identifica assim que ouve, mas que é difícil de definir. Após pesquisas internerds afora, eu consegui uma definição aqui:

Por definição, Músicas Farofa são todas as músicas com um instrumental pesado e com uma letra um pouco... Melosa demais, se é que você me entende. Um riff de guitarra extremamente empolgante e contagiante, contrastando com uma letra profunda e sentimental... Até demais.

Aliás, aí nesse link mesmo dá pra ouvir exemplos.

Ok, definição encontrada, por que eu não segui a vida e vim postar aqui? Porque eu cheguei à conclusão que eu NUNCA ouvi um álbum farofa!

Explico: a época em que eu comecei a ouvir rock foi uma época propícia para a prática da farofagem (eu tinha 15-16 anos), mas nunca cheguei a ouvir um álbum inteiro de alguma banda que fazia música farofa. Sério mesmo: eu adorava a sofrência, mas sempre pescava uma música aqui e outra ali. Eu vim começar a colecionar álbuns de músicas depois que eu já havia entregue minha alma meus ouvidos às músicas “trevosas”.

Sendo assim, já que eu não tenho um álbum pra apresentar, achei melhor colocar duas músicas que são a epítome da farofagem.

A primeira é In a darkened room do Skid Row. Não tenho vergonha NENHUMA de dizer que eu choraaaaaaava ouvindo “So tell me when the kiss of love become a lie”… ah, adolescência, essa fase tão… tosca.

A outra é de um cara que eu não particularmente curto, mas que sabia farofar como poucos: Bon Jovi. Eu realmente não era imune a coisas como “I play my part and you play your game, you give love a bad name”…

E como bônus, lembrei de outra que é pesada pra caramba, fala de amor e todo mundo conhece, já teve até cover de passarinho animado

É isso aí. Alguém tem alguma outra sugestão? Deixe aí embaixo! =)