segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Traduzindo músicas: Playing Dead – And One

Playing Dead é a 10ª faixa do álbum Tanzomat, de 2011. Eu levei um tempo pra ouvir esse álbum porque estava ainda me acostumando com a sonoridade da banda, mas quando ouvi essa música em especial, eu tive uma reação que costumo chamar de “autismo extra-uterino”: a sensação que dá é que eu tenho que ouvir essa música deitada em posição fetal. Eu e minhas manias estúpidas

Shivering hands between her thighs
Surrounded by the people she prefer
Backstage party, hungry eyes
Staring at the bands right next to her
Is this supposed to be the night
But something seems to bother her inside

She feels no pain at all
Coming in across the strange and small
When every star is gone
And legs turn into red
She cuts herself in raw
Playing dead

She's got no self control
A beauty with an empty soul
There must be something wrong
When chics are playing dead
She cuts herself in raw
Playing dead

Naked legs around his hips
Surrounded by some bottles of champagne
First day party, hungry lips
Looking for a taxi in the rain

She feels no pain at all
Coming in across a strange and small
When every star is gone
And legs turn into red
She cuts herself in raw
Playing dead

She's got no self control
A beauty with an empty soul
There must be something wrong
When chics are playing dead
She cuts herself in raw
Playing dead

--

Mãos trêmulas entre suas coxas
Rodeada pelas pessoas que ela prefere
Festa de bastidores, olhos famintos
Encarando as bandas ao lado dela
Esta era pra ser a noite
Mas algo parece incomodá-la por dentro

Ela não sente dor alguma
Vindo pelo estranho e pequeno
Quando cada estrela se foi
E as pernas ficam vermelhas
Ela se corta cruamente
Fingindo-se de morta

Ela não tem autocontrole
Linda, com uma alma vazia
Deve haver algo errado
Quando as garotas estão se fingindo de mortas
Ela se corta cruelmente
Fingindo-se de morta

Pernas nuas ao redor dos quadris dele
Cercada por algumas garrafas de champanhe
Primeiro dia de festas, lábios famintos
Procurando por um táxi na chuva

Ela não sente dor alguma
Vindo pelo estranho e pequeno
Quando cada estrela se foi
E as pernas ficam vermelhas
Ela se corta cruamente
Fingindo-se de morta

Ela não tem autocontrole
Linda, com uma alma vazia
Deve haver algo errado
Quando as garotas estão se fingindo de mortas
Ela se corta cruelmente
Fingindo-se de morta

Marcadores: , ,

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial